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É cristianismo?

Pedra Angular Brasil > É cristianismo? (Page 2)

Para assombro de muitos, e inclusive o meu, quem criou o carnaval foi nada mais nada menos que a Igreja Católica Apostólica Romana. Mas como assim? Tudo começou no século VI, com a implantação da semana santa antecedida pela quaresma, determinada pelo papa Gregório I. A quaresma é um período de 40 dias que deveria ser cumprido por todo fiel, todos os anos, com objetivo de lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se. Esse período extende-se da quarta-feira de Cinzas até o domingo de Páscoa, na qual deveriam praticar o à austeridade e o jejum, ficando proibido comer carne. Ou seja, para clariar, a palavra “carnaval” está, desse modo, relacionada com a idéia de “afastamento” dos prazeres da carne marcado pela expressão italiana carne vale ou carnevale, que, acabou por formar a palavra “carnaval”. Outro ponto interessante a destacar é que, já que foi criado pela igreja católica, os únicos lugares em que se comemoraram o carnaval são justamente em países católicos.

Foi então que tudo começou.

Queridos, temos lido muitas coisas a respeito do Natal. Quantas perguntas, quantos questionamentos, quantos estudos, quanta vasculhação, quanta discursão. Eu me pergunto, qual será o verdadeiro intuito disso tudo? Porque as pessoas se prendem a gastar horas e horas procurando argumentos para dizer que estão certas, e depois disso se perguntar, o que tudo isso representou? Será que foi para a glória de Deus? Será que serviu para a minha salvação? Ou para a do meu próximo? Com certeza agora ele é feliz. Será? Quantas perguntas não é mesmo, e isso serve, ao nosso ver, para mostrar um pouco do que o Natal é, ou deve ser, em primeira instância. Reflexão. É claro que esperamos também mudança, transformação, restauração.

E estas perguntas deveriam ser se Jesus realmente nasceu no dia 25 de dezembro? Não deveria Ele ter nascido em setembro? O inverno não costuma ser rigoroso em Belém da Judéia para que os animais e pastores ficassem nos campos nas caladas da noite? Devemos nós usar árvores de Natal? Bolas, presépios, guirlandas, papai noel? Ah, então é necessário falar do das lendas baseadas no bispo Nicolau! Mas a origem não vem das festas pagãs que os cristãos não conseguiram ficar de fora? Precisamos falar sobre Constantino!? E não vamos falar sobre a Brumália de 25 de dezembro que seguia a Saturnália de 17 a 24 de dezembro? Vamos falar da festa Mitraica! E as idolatrias e cultos ao Deus do Sol? Ah, precisamos falar sobre o que veio do Egito! E por que não dizer dos pecadores Herodes e o próprio Faraó? Esses sim comemoravam seu natalício! Talvez fosse melhor focarmos no Natal da corrupta Babilônia e seu ainda mais corrupto fundador Nimrode e seu natal, quer dizer, natalício. Acho que precisamos falar de quando cada turno iniciava para entendermos o turno Abias citado na bíblia, e então descobrir a verdadeira data do nascimento do Cristo. Bingo! Agora sim! E quando soubermos o exato dia em que Cristo nasceu…!! Bem, ainda vai ser uma hipótese, é, complicou demais, deve ser por isso que Deus não deixou claro na bíblia qual foi o dia! Na verdade, será que temos que comemorar o Natal? Ou isso não passa de uma grande heresia!!?

Ufa! Talvez você tenha ficado perdido com tantos questionamentos? Será que tudo isto ajuda a entender o Senhor Jesus ou mesmo o Natal? Ou será que agora vai correr atrás das enciclopédias Católicas, quem sabe a edição de 1911, ou A nova enciclopédia de conhecimento religioso, de Schaff-Herzog, ou ainda comentários de Adam Clark, volume 5. Não, eu vou para a enciclopédia Britânica! É, acho que nesse ritmo todo, daqui a pouco estou estudando mais sobre Zeitgeist, e quem sabe Jesus representou mais um ciclo de outro calendário pagão.

É, depois que você ou eu tivermos tudo isso na ponta da língua, para levarmos a grandes discursões, palestras, abrir um grande site sobre apologética, vou ser agora mais Cristão, e mais liberto! Agora que não comemoro mais o Natal vou para o céu! E os outros que estão ao meu lado vão ganhar a salvação! É o início de uma nova era! Deve ser isso que Cristo queria que entedessemos para sua volta gloriosa?

Querido, se você é dessa turminha, você pode parar por aqui, copiar esses trechos acima, vai para o Google, e ficará muito mais culto, estudado, quase um cientista, ou historiador. Mas se você é daqueles, que ainda se preocupa em refletir no Natal, em olhar para si mesmo, para seus atos, como foi o seu ano, onde está Deus em tudo isso, onde achá-lo? É com você mesmo que eu quero conversar neste texto. E não vou fugir da bíblia, vamos lá!

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo. … Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.” (Evangelho de Mateus 1 : 18,21)

e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.” (Evangelho de Lucas 2 : 7)

Sobre este assunto muito debatido, vamos colocar aqui nosso entendimento bíblico de maneira que você possa saber exatamente o que é, ou o que deveria ao menos ser, a intercessão dos santos.

Para escrever a respeito, pesquisei muito na bíblia a respeito, e depois andei lendo alguns artigos na internet. E o interessante é que eu ficava assustado ao ler tantas coisas, e me perguntava como era possível tal entendimento, até que vi a resposta em um dos artigos o porquê de muitos não entenderem o certo sobre a bíblia: Isto também se deve à ignorância sobre o que ensina a Igreja Católica.

Se eu entendo alguma coisa sobre a bíblia, lá deixa bem claro de que o entendimento a respeito das coisas de Deus vem das escrituras sagradas, e da revelação de seu Espírito Santo. Entender uma doutrina, para depois e com base nisso, aprender sobre as escrituras sagradas, é por si só, direcionar e contextualizar a leitura. Principalmente para leituras picadas. Não devemos ler a bíblia para defender os nossos interesses ou interesses de uma instituição ou religião, mas sim para permitirmos absorver e nos enriquecer do que a palavra de Deus tem para falar em nossos corações.

Vem chegando o Natal e então começamos a nos recordar do nascimento do Senhor Jesus. Para que Ele veio, para que nasceu? Qual o propósito? Então muitas vezes começamos a pensar em salvação, ou como deveríamos ser, nos comportar, agir, amar. Eu sei que muitos de vocês pensam a respeito disso.

E é pensando nisso que me lembrei de uma figura muito reconhecida dentro de várias religiões que se dizem cristãs, ou simpatizantes, etc. E esta figura é a do bom samaritano, uma das figuras que Jesus utilizou para pregar o reino dos céus. Então fica a pergunta no ar, será que esta figura é a que devemos ter ao pensar como devemos ser ou nos comportar, ou ainda, a figura para nos assemelharmos ao buscar o reino dos céus, a nossa salvação? Bem, a resposta é sim, e não. Vamos estudar um pouquinho a respeito?

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.” (1 Coríntios 13:3)

Amados, o título deste texto, é uma das máximas do Espiritismo segundo Allan Kardec. Esta, como muitas outras doutrinas, tem o intuito de racionalizar e trazer para o campo da filosofia, aquilo que é religioso, aquilo que é de Deus, e que somente nos é revelado conforme o Senhor nos permita entender, conforme inspiração e esclarecimento do seu Espírito Santo. Mas enfim, é claro que o assunto salvação não é uma filosofia.

A doutrina espírita declara ser firmada num tripé, e seriam cada um destes a ciência, filosofia e religião. Quanto a parte religiosa, declara ser Cristã, seguindo os ensinamentos do “mestre”, porém consertando o que Ele disse com a ajuda dos espíritos, declarando que as pessoas naquela época não tinham o devido avanço intelectual para entender o que verdadeiramente Ele queria dizer, por isto a utilização de parábolas.

Engraçado isso, porque a parábola não é uma maneira de complicar, e sim de facilitar, utilizando as questões da época para explicar aquilo proposto. Hoje sim, dificulta para nós entender as parábolas por não entender muito bem como as coisas funcionavam naquele tempo. Na verdade, o que os espíritas não entendem, é o mesmo que Nicodemos. Mas abordaremos isso mais a frente.

Agora que já demos uma breve explanação sobre a base que sustenta a doutrina espírita, vamos entender o seu grande jargão, e ver se é realmente cristão ou não, ou seja, será que realmente fora da caridade não há salvação?

Após ter peregrinado por muitas doutrinas antes de conhecer verdadeiramente ao Senhor Jesus e me converter, eu conheci muitas filosofias, muitas explicações sobre as leis da vida, teorias sobre evolução do homem e de seu espírito, e dentre tantas coisas, algo parecia ser óbvio, mas nunca encarado de frente, e este óbvio era: o pecado não existe. O que existe é um caminho de purificação a ser percorrido. O verdadeiro significado seria este: retratar a condição humana, a real condição do homem, em contraste de qual deveria ser.

Mas amados, é impossível você acreditar em Deus e não acreditar em pecado. É impossível você acreditar no nazareno Jesus Cristo, e não acreditar em pecado. Você sabe por que? Aliás, você quer saber qual o real significado do pecado? Isso existe mesmo? Vamos comigo:

Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.” (Mateus 1 : 18)

Amados, nós já escrevemos um pouco sobre isso, no texto de nome A Família de Jesus, que pode ser lido clicando no link no final do texto, ou procurando no nosso blog. Mas a palavra do Senhor é infinita em revelações e ensinamentos do Espírito Santo ao nosso coração, sua palavra é viva e eficaz.

Este versículo acima citado, mostra o começo do assunto, as vezes tão questionado por tantos, que é sobre a virgindade de Maria. E esta mulher, escolhida pelo Senhor Deus, para ser a mulher pela qual o Senhor Jesus nasceria, não poderia ser outro tipo de mulher, se não virtuosa e bem-aventurada entre as mulheres. Que premiação esta mulher teve, na verdade, como devemos ver todas as coisas de Deus, que Graça maravilhosa estava sobre ela, visto que as bençãos do Senhor vem sobre nós não por merecimento, ou de graça, mas sim pela Graça do nosso maravilhoso Deus (cf. Ef 2:4-9).

Porém, sempre buscamos nos aprofundar mais nos ensinamentos de Deus, e eis que o Senhor deixou mais do que claro este assunto comigo, ao continuar lendo e meditando esta palavra, que está nas escrituras sagradas, os livros que foram escritos através da inspiração do Espírito Santo, que é Deus. A bíblia é a palavra viva de nosso Deus, onde podemos realmente saber qual é a vontade de nosso Pai, quais são seus princípios, e que demonstra o imenso e maravilhoso amor que tem por nós. Nesta palavra não pode haver erros, mas sim a busca da sabedoria de Deus, que tantas vezes, e infelizmente, é loucura para os homens (cf. 1 Coríntios 3 : 19).

Artigo de Vinicius O. S. Guimarães*

Nós somos os culpados pela igreja ser o que é hoje…

“Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” – II Timóteo 4:4

Há algum tempo tenho tentado não escrever sobre as aberrações evangélicas optando em me resguardar nos recônditos da oração e da esperança de que Deus em tempo oportuno venha intervir nesta realidade. Para tanto tenho evitado ouvir rádios gospel e principalmente programas televisivos de caráter evangélicos. Todavia, não posso negligenciar e nem fingir não perceber a “boacumba” nos cultos, e não escrever combatendo tais atrocidades é no mínimo me colocar na condição de consentimento, o que indubitavelmente me torna participante da degradação eclesiástica. Portanto, impulsionado pela tentativa de acreditar na Igreja de Jesus Cristo e confrontado pela frase de Edmund Burke: “para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada”, é que escrevo este artigo apologético.

Estive olhando a bíblia estes dias a respeito de Maria e a(o)s irmã(o)s de Jesus. Como todo bom curioso pelo assunto, apesar de não ser teólogo, gostaria de pesquisar sobre o contexto gramatical, qual ou quais palavras foram utilizadas para descrever o termo irmão, e ainda quais as possíveis traduções, mas meu ambiente de trabalho me impossibilita de fazê-lo no momento.

Já ouvi dizer que é somente uma palavra e que esta é possível ser traduzida tanto como irmão como primo (carece de fontes). Como todos já sabemos que toda o novo testamento foi originalmente escrito em grego, traduções do latim ou quem sabe aramaico ou hebraico não estão em questão.

Mas eu acredito que simplesmente a bíblia é o suficiente para resolver tal questão. Ela é a principal fonte. Da mesma maneira como foi possível concluir que todas as cartas e livros do novo testamento são textos em grego, devido a análise dos contextos escritos, como por exemplo as explicações de termos da cultura judaica, o que obviamente um judeu não explicará a outro judeu aquilo que ele já sabe, pretendo responder a questão analisando o contexto bíblico. Vamos lá:

Foi-lhe dito: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora, e querem ver-te. Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a observam (Lc 8:20-21).